terça-feira, 27 de novembro de 2012

POR ONDE ANDA? A PARTIR DE HOJE, VOCÊ LEITOR, VAI SABER "POR ONDE ANDA" AQUELE ARTISTA FAMOSO QUE SUMIU DA MÍDIA.

POR ONDE ANDA: Lídia Brondi?

Em 1991, com o fim da novela das oito “Meu bem meu mal”, Lídia Brondi decidiu recomeçar. Hoje, aos 52 anos, ela vive longe dos holofotes em São Paulo. Formada em Psicologia, atende pacientes num consultório próprio. Além disso, a ex-atriz dá consultas gratuitas dentro do Programa de Atendimento a Vítimas de Violência e Estresse (Prove). Lídia atende pessoas que sofreram algum tipo de violência urbana. Sua vida atual é dedicada ao novo trabalho, com longas jornadas — dificilmente ela é encontrada em casa antes das 22h.

No bairro nobre do Itaim, onde vive ao lado do marido, o ator Cássio Gabus Mendes, ela não é mais reconhecida nas ruas. Com eles, também vive Isadora, única filha da atriz, de seu casamento com o diretor Ricardo Waddington.



Em 2002, mais de dez anos depois de ter abandonado a televisão, Lídia Brondi foi aprovadada no vestibular de Psicologia da PUC de São Paulo.



A atriz voltou a ser lembrada com o sucesso da reprise da novela “Vale tudo” no Canal Viva. Na trama, exibida pela primeira vez em 1988, ela estava no auge da carreira, vivendo a estilosa jornalista Solange. Lídia não tem conseguido acompanhar todos os dias a trama, mas faz questão de gravar todos os capítulos em DVD.

Lídia Brondi com Cássio Gabus Mendes em 1988






Sua última aparição pública foi no carnaval de 2002, quando acompanhou Cássio num dos camarotes do Sambódromo. Desde então, Lídia não tinha sido mais vista.

Quando largou a TV, ainda com o status de protagonista na Globo, a ex-atriz sofria de Síndrome do Pânico e foi procurar tratamento, abrindo mão de uma carreira de sucesso. A decisão foi respeitada pela família e pelos amigos mais próximos.

Lídia Brondi, cujo talento poderá ser visto também na reprise da novela “Roque Santeiro”, a partir do dia 18, não dá mais entrevistas nem fala sobre sua antiga carreira.

Condenada a pagar R$ 21 mil por danos morais a gari, Band estuda recorrer da decisão




A assessoria de imprensa da TV Bandeirantes informou que vai estudar a possibilidade de recorrer da decisão do Tribunal de Justiça da São Paulo, que condenou o jornalista Boris Casoy e a emissora a pagarem R$ 21 mil de indenização por danos morais ao gari Francisco Gabriel de Lima. Procurado pelo UOL, Boris disse que desconhece o teor da decisão e que cabe ao jurídico da Band dar uma resposta.

Na noite de 31 de dezembro de 2009, depois que Francisco Lima apareceu em uma vinheta desejando Feliz Natal, uma falha técnica levou ao ar o áudio de Boris dizendo: "Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho".

O áudio foi transmitido ao vivo durante o Jornal da Band e gerou grande repercussão. No dia seguinte, quando o vídeo já tinha milhares de visualizações na internet, Boris Casoy se retratou sobre o comentário que definiu como “uma frase infeliz”. ”Peço profundas desculpas aos garis e a todos os telespectadores", afirmou Boris Casoy. O caso não terminou na imprensa e foi parar na Justiça.

Francisco Lima alegou que foi humilhado pelos comentários “preconceituosos” do âncora do Jornal da Band. Contou em juízo que foi abordado por dois jornalistas da Rede Bandeirantes que solicitaram que desejasse felicitações de ano novo para veiculação na TV e que não imaginava que sua participação lhe renderia “preconceito e discriminação”.

O gari ainda afirmou que não percebeu arrependimento na retratação “burocrática e pouco conveniente” de Boris Casoy e que suas desculpas não bastaram para “estancar a ferida lesada”.

Frase infeliz

Boris Casoy teve que se apresentar à Justiça e pessoalmente afirmou que jamais teve o intuito de criticar o gari pela profissão exercida. Também disse que não houve discriminação, desrespeito nem humilhação à dignidade de Francisco Lima e que, mesmo assim, pela “frase infeliz” pediu espaço à direção do telejornal para pedir desculpas.

A TV Bandeirantes também tentou convencer a Justiça de que o episódio não teria causado dano moral ou humilhação ao gari. Citou a reportagem de um jornal em que Francisco Lima teria dito que “não guarda qualquer mágoa ou revolta”, o que demonstraria uma clara renúncia a uma indenização. A emissora chegou a afirmar que o gari “utiliza-se da prestação jurisdicional para obtenção de lucro fácil”.

A TV Bandeirantes ainda entendia que não poderia ser responsabilizada pela fala de Boris Casoy, porque ele “emitiu opinião própria e desvinculada da edição do Jornal da Band”. Também alegou que é impossível obter controle sobre tudo o que o âncora do telejornal fala em programas ao vivo.

Desculpas insuficientes

Para o TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo), “ainda que sinceras”, as desculpas de Boris Casoy não são suficientes para reparar o dano causado ao gari. A decisão destacou que Francisco Lima avisou aos familiares que iria 'aparecer na televisão' e que a “lamentável ocorrência efetivamente ofendeu a dignidade do autor (gari)”.

Ainda de acordo com a decisão, a alegação de que não houve intenção de ofender o gari não absolve o jornalista e a emissora. Ressalta que Boris Casoy, “experiente na profissão que exerce há décadas, seguramente conhece os bastidores de um programa apresentado ao vivo e que, muitas vezes, o intervalo é interrompido sem maiores avisos ou o áudio 'vazado'. Houve descuido de sua parte. E, ainda que tenha dito tais falas 'em tom de brincadeira', como narrou ao Juízo a testemunha (e também jornalista) Joelmir Beting, o fato danoso ocorreu e seguramente poderia ter sido evitado”.

Por fim, o TJSP concluiu que a emissora é responsável pelo conteúdo que veicula e, por isso, deve dividir o valor da condenação com Boris Casoy. A única chance de a emissora reverter a condenação é com um recurso direcionado ao Superior Tribunal de Justiça.

Internado desde outubro, em São Paulo, jornalista Joelmir Beting sofre AVC






Jornalista, comentarista de economia e política do Grupo Bandeirantes de Comunicação, Joelmir Beting sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) na manhã deste domingo (25). O jornalista de 75 anos estava internado desde 22 de outubro no hospital Albert Einstein, em São Paulo, por causa de complicações renais, resultantes de doença autoimune. O estado de saúde do jornalista, segundo seu filho Mauro Beting, é considerado grave e irreversível.

O hospital divulgou boletim médico no qual especifica que Beting estava mostrando leve melhora nos últimos dias: "Ontem, sofreu acidente vascular encefálico hemorrágico (AVE). No momento, encontra-se sedado, respirando com auxilio de aparelhos e em diálise. Seu estado é grave, mas estável."

Em dezembro de 2001, Beting havia sido internado com pneumonia na Unidade do Hospital do Coração, na zona sul de São Paulo (SP).

Desde que retornou à Bandeirantes, o jornalista participa diariamente do Jornal da Band e do Primeiro Jornal. Foi âncora do Canal Livre, apresentado aos domingos, e fez comentários diários no canal BandNews, além dos programas Jornal Gente e Três Tempos, na rádio Bandeirantes. Na TV, também trabalhou na Gazeta, Record e Globo – nesta última, de agosto de 1985 até julho de 2003 –, passando pelo Espaço Aberto, na Globo News, e de volta para a Bandeirantes, em março de 2004.

Nascido em Tambaú (SP), iniciou a carreira jornalística como repórter esportivo nos jornais "O Esporte" e "Diário Popular". Trabalhou também na rádio Panamericana, que anos depois se tornaria a Jovem Pan (SP). Em 1962, já formado sociólogo, mudou de área, passando para o jornalismo econômico, inicialmente na redação de estudos de uma empresa de consultoria.

Em 1966, foi contratado pela "Folha de São Paulo" para lançar a editoria de Automóveis, tornando-se dois anos depois editor de Economia do mesmo jornal, lançando uma coluna diária a partir de 1970.

A coluna tornou-se célebre por desmistificar a economia numa época de inflação astronômica e reiteradas medidas desastradas do governo. É de lá que nasceram alguns dos bordões de Joelmir, como "quem não deve não tem" e "na prática, a teoria é outra". Em 1991, transferiu-se para O Estado de S.Paulo (SP), onde sua coluna diária continuou sendo publicada, ininterruptamente, até 30 de janeiro de 2004.

Também publicou os livros "Na Prática a Teoria é Outra" e "Os Juros Subversivos". Em coautoria com o cardeal Paulo Evaristo Arns e João Pedro Stédile, lançou o livro "Igreja, Classe Trabalhadora e Democracia". Desde 2000, mantém seu próprio site na internet, dedicado à análise macroeconômica.

Política: De olho em 2014, é por isso que o país não anda!



O processo eleitoral de 2012, mesmo marcado pela disputa localizada no âmbito dos municípios, serve para sinalizar o desempenho das várias forças e lideranças políticas que se preparam para entrar em campo na corrida presidencial de 2014. As últimas eleições confirmaram, de pronto, o fortalecimento do PT, que ultrapassou o PMDB em número de eleitores e se tornou o partido mais votado em todo o Brasil.

Além disso, o partido da presidente Dilma Rousseff conquistou importantes vitórias no ABC paulista e com a eleição de Fernando Haddad, em São Paulo. O PMDB, por sua vez, se manteve com uma votação expressiva, em especial nas pequenas e médias cidades do país e de quebra ainda reelegeu Eduardo Paes como prefeito do Rio de Janeiro já no primeiro turno.

O PSDB, por sua vez, perdeu força e não elegeu nenhum prefeito nas capitais das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e perdeu a eleição na maior cidade do país, São Paulo. O prêmio de consolação foi o desempenho do partido em Minas Gerais e a eleição de Arthur Virgílio para a prefeitura de Manaus (AM).

O partido que mais cresceu em termos percentuais foi o PSB (34%), liderado pelo governador de Pernambuco Eduardo Campos. Ambos se consolidam como força de expressão nacional, com o comando do maior número de capitais – importantes prefeituras como Recife, Fortaleza e Belo Horizonte –, além da vitória em Campinas, a maior cidade do interior paulista.

Esses resultados sinalizam que o cenário da disputa presidencial de 2014 conta, obrigatoriamente, com a força do PT e das lideranças de Lula e de Dilma Rousseff, já que os dois entraram na campanha e contribuíram para boa parte das conquistas do próprio PT e dos partidos aliados. Resta saber qual dos dois será o candidato.

No campo da oposição de direita, com o definhamento do DEM em todo o país, com exceção de Salvador, na Bahia, e a derrota de José Serra, em São Paulo, e de Geraldo Alckmin, em importantes cidades do interior paulista, o PSDB conseguiu salvar basicamente a liderança mineira de Aécio Neves, que aproveitou o embalo para atuar em dobradinha com Eduardo Campos (PSB) na conquista de alguns municípios.

O PMDB, que funciona mais como uma federação de lideranças regionais do que um partido nacional, sai da disputa eleitoral com forte base nos pequenos e médios municípios, e com força no Rio de Janeiro. Mas sem nomes para oferecer numa disputa presidencial. Assim, resta ao PMDB, mais uma vez, se contentar com a vice, seja da chapa com o PT ou em outra chapa.

A emergente liderança de Eduardo Campos tem várias alternativas para 2014: lançar a própria candidatura a presidente, deixando de fazer parte do governo Dilma; tentar se colocar na vice da chapa com o PT, em substituição ao PMDB, ou, ainda, se aliar com o PSDB de Aécio Neves. Neste caso, um deles precisaria abrir mão da cabeça da chapa. Outra incógnita no jogo eleitoral de 2014 é o papel a ser desempenhado pelo PSD, do prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.

Por Caio Zinet – revista Caros Amigos

Fernando Mineiro defende nome de Fátima Bezerra na disputa majoritária




Deu no Jornal de Hoje:

O deputado Fernando Mineiro afirmou que levará à discussão partidária a proposta de debater o Rio Grande do Norte e seus problemas como forma de construção de um projeto político com vistas ao palanque da eleição de 2014. Ele destacou que as próximas eleições gerais no Rio Grande do Norte contarão com um forte componente nacional, o que deverá alçar o PT à condição de protagonista. Ele criticou a fulanização do debate, criando-se chapas prontas. Mas destacou que o nome da deputada federal Fátima Bezerra (PT) é um bom quadro para ser discutido internamente no PT com vistas à disputa majoritária de 2014.

“Fátima com certeza é um nome que engrandece e muito e por isso que defendo o debate da questão internamente e coletivamente para este grande desafio. Quando falo discutir o projeto para o Estado falo de governo. Já a discussão de parlamento, Câmaras e Assembleias é outro debate. Temos Fátima que é um nome forte, mas temos que discutir partidariamente. Defendo que o partido assuma essa discussão”, afirmou.

Contudo, para o executivo é precipitado discutir chapa, segundo Mineiro, porque isto envolve a debate de um projeto. “O que vou defender dentro do PT é que a gente faça um debate programático sobre o estado, discuta com os municípios nas regiões, faça um debate interno sobre as linhas que devem orientar o desenvolvimento do estado, a educação, segurança, e outros temas”, salientou.

Wilma defende seu governo e Henrique Alves lhe dá apoio



A vice-prefeita eleita do Natal e ex-governadora Wilma de Faria (PSB) ocupou espaço em seu endereço na rede de microblogs Twitter, para defender seus governos. Isso é normal, claro.

Mas o que é teoricamente “anormal”, é a postura de um de seus principais adversários, o deputado federal Henrique Alves (PMDB). Ele arrimou o direito da ex-governadora à réplica e ao bom debate, postura que muito aliado dela não tem.

Wilma contestou o secretário interino do Desenvolvimento Econômico do Estado, Sílvio Torquato. Ele responsabilizou sua administração pela pífia colocação do Rio Grande do Norte no ranking dos estados brasileiros divulgados pelo IBGE.

- Retrovisores de plantão apressaram-se em apontar nossa gestão como responsável pela pouca evolução deste indicador no RN. Equívoco! – afirmou Wilma.

Ela lembrou que a crise internacional do petróleo causou solavanco nos índices à época: “Apesar dos bons níveis de petróleo em nosso governo, a crise internacional de 2008 baixou o preço pela metade afetando a medição do nosso PIB.”

Acrescentou ainda: “Cometem flagrante de má-fé, desconhecimento ou ignorância sobre a composição do PIB do nosso Estado, fortemente baseada no petróleo.

Henrique

O deputado federal Henrique Alves acompanhou a argumentação de Wilma no Twitter e não a contestou. Defendeu a legitimidade da abordagem e a apuração equilibrada dos números, com foco na observação da conjuntura citada pela ex-governadora.

- Ex-governadora Wilma de Faria contesta números IBGE, ao tempo de seu governo. Faz o correto. O que qualifica o debate. Tão necessário à realidade do RN. Apurar – salientou o parlamentar.

Wilma destacou, que “elevamos o PIB do RN ao quarto estado do NE – disputando com o Maranhão. Excluído o episódio atípico do petróleo, fomos dos que mais cresceram.”

Nota do Blog – Só para lembrar: na campanha eleitoral de 2010, Henrique apoiou a candidatura a governador de Iberê Ferreira (PSB), que fora vice de Wilma e era tambném apoiado por ela.

Huum! Sei não…

Por Carlos Santos

Humberto Gondim vai entregar nesta segunda-feira a presidência do PSD de Parelhas




Todo mundo sabe que o desempenho do vereador Humberto Gondim, que enfrentou o prefeito Francisco Medeiros (PT) nas urnas, foi bom. Humberto baixou uma maioria de cerca de 20% no início da campanha, para 2%, no resultado final do comparecimento. Parelhas é o terceiro maior colégio do Seridó, perdendo apenas para Caicó e Currais Novos.

Pois mesmo assim, Humberto não recebeu nesses últimos meses sequer um telefonema do vice-governador Robinson Faria, que dirige o PSD no Rio Grande do Norte. O Blog soube que Humberto está em Natal e nesta segunda-feira (26) entregará a presidência do PSD de Parelhas.

O futuro de Humberto Gondim deverá das próximas conversas. Ainda é cedo, diz à fonte que nos passou a informação. Parelhas tem cerca de 16 mil eleitores. Em 2011, Humberto deixou o PP para assinar a ficha do PSD. Apesar do presidente nacional do partido, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab ter vindo a Parelhas, outras ajudas importantes não vieram para a campanha em Parelhas. Com a saída de Humberto do PSD, perde Robinson que deseja disputar o Governo do Estado... Perde também o deputado federal Fábio Faria, que pretendia ter esse apoio para à reeleição em 2014.

FONTE: Marcos Dantas